Acesso aos códigos da Rádio Web INESPEC. Relação dos blogues para controle de demanda. Protocolo 26.539.700 – 2022. 5 de junho de 2022, as 19:43:23 Análise da web de classe empresarial. Apresentada na plataforma de nível internacional do Google.
contador grátis
Rádios Cast - Ouça Rádios Online TELEVISÃO REDE CECU INESPEC

sábado, 22 de outubro de 2022

1.7.1 - Do Exercício Profissional. Para se inscrever no Conselho Regional de sua jurisdição o Biólogo deverá: I - satisfazer as exigências da Lei nº 6.684, de 03 de setembro de 1979; II - não estar impedido de exercer a profissão; III - gozar de boa reputação por sua conduta pública. O exercício das profissões de que trata a presente Lei, em todo o território nacional, somente é permitido ao portador de carteira profissional expedida por órgãos competentes. É obrigatório o registro nos Conselhos Regionais das empresas cujas finalidades estejam ligadas às Ciências Biológicas, na forma estabelecida em Regulamento (Este texto não substitui o publicado no DOU de 4.9.1979 - DECRETO federal Nº 88.438, DE 28 DE JUNHO DE 1983. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Biólogo, de acordo com a Lei nº 6.684, de 3 de setembro de 1979 e de conformidade com a alteração estabelecida pela Lei nº 7.017 de 30 de agosto de 1982).

 

1.7.1 -  Do Exercício Profissional.

Para se inscrever no Conselho Regional de sua jurisdição o Biólogo deverá:  I - satisfazer as exigências da Lei nº 6.684, de 03 de setembro de 1979;   II - não estar impedido de exercer a profissão; III - gozar de boa reputação por sua conduta pública.   O exercício das profissões de que trata a presente Lei, em todo o território nacional, somente é permitido ao portador de carteira profissional expedida por órgãos competentes. É obrigatório o registro nos Conselhos Regionais das empresas cujas finalidades estejam ligadas às Ciências Biológicas, na forma estabelecida em Regulamento (Este texto não substitui o publicado no DOU de 4.9.1979 - DECRETO federal Nº 88.438, DE 28 DE JUNHO DE 1983. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Biólogo, de acordo com a Lei nº 6.684, de 3 de setembro de 1979 e de conformidade com a alteração estabelecida pela Lei nº 7.017 de 30 de agosto de 1982).

Na prática, as atividades desenvolvidas por um Biólogo em Análises Clínicas envolvem a realização de diagnósticos biológicos, moleculares e ambientais, coleta e análise de amostras, realização de ensaios, identificação e classificação de espécies, emissão de laudos técnicos e pareceres, perícias, etc. Além disso, se o profissional se destaca, existe a possibilidade de ser Responsável Técnico do local. O profissional poderá trabalhar em empresas privadas e órgãos públicos como prefeituras, órgãos federais e Organizações Não-Governamentais.

As notícias veiculadas por alguns meios de comunicação acerca da impossibilidade de atuação do profissional Biólogo na área das Análises Clínicas não condizem com a realidade sendo, pois, infundadas e inverídicas. Inexiste ação judicial transitada em julgado que vede a atuação do Biólogo na área das Análises Clinicas, muito pelo contrário, a sentença do processo nº 93.3109-0 que tramitou perante a 6ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco, e já transitada em julgado desde agosto de 1995, assim garante: 

“(...)Retrata a lide, a se ver, a disputa pelo mercado de trabalho, ou seja, pelo espaço profissional, que é um subespaço vital e, se não tem contornos ecológicos, tem-nos, induvidosamente, econômicos. A biologia, como estudo da vida, é a ciência mater cujos ramos científicos - Histologia, Citologia, Genética, Anatomia, Antropologia, Taxonomia, Fisiologia, Gera(ronto)tologia, Botânica, Zoologia, Ecologia, etc. - bem como os respectivos sub-ramos, são aplicados, ora, exclusivamente; ora, concorrentemente, por técnicos diversos, como naturalistas, biólogos, ou biomédicos, médicos veterinários, botânicos, zootecnia as, segundo as suas especializações técnico universitárias e de acordo com as normatizações profissionais respectivas. Nada impede que técnicos de áreas afins concorram salutarmente em determinados campos às suas capacitações profissionais, como veterinários e zootecnistas, médicos e enfermeiros, agrônomos e botânicos, etc.  Há uma zona “gris” entre profissões distintas, que em vez de ficar centrifugamente desguarnecidas, deve ser centripetamente preenchida por tais profissionais, e assim, ao invés de excluírem, concorrerem para suprir a carência social. Aliás, o próprio Autor reconhece a existência de outros profissionais universitários, que não biomédicos, “com capacidade de análise clínica, tais como farmacêutico e o próprio médico”, afigurando-se, assim, a pretensão de exclusão dos biólogos, em uma birra umbelical, posto serem estes profissionais, histórica e curricularmente, muito mais ligados às suas atividades... Ademais, quer pela portaria revogada, baixada pelo Réu, quer pela Resolução revogadora, do Conselho Federal de Biologia, os biólogos e naturalistas para fazerem jus à habilitação em análises clínicas necessitam comprovar terem cursado em nível de graduação, ou pós-graduação, as matérias específicas de tal especialidade, enumeradas nos diplomas referidos. Ora, as próprias universidades permitem a graduados matricularem-se em cursos da mesma área com abatimento dos créditos de cadeiras já cursadas.  Seria, pois, incoerente que o profissional biólogo que, além de ter cursado as cadeiras comuns, tenha também cursado as matérias específicas, seja tolhido no exercício da profissão para a qual se capacitou, apenas devido à denominação do seu curso. Em suma, tanto os biólogos, quanto o biomédico, concorrem com igual capacitação para elaboração de análises clínico-laboratoriais, ainda que a competência para a fiscalização do trabalho profissional esteja afeta a conselhos profissionais diversos, cabendo, no primeiro caso, ao Réu e, no segundo, ao Autor”. Desta forma, o profissional Biólogo está legalmente habilitado a atuar na área das Análises Clinicas de acordo com a Resolução nº 12/1993 do Egrégio Conselho Federal de Biologia em consonância com o poder regulamentar a ele atribuído pelo disposto no inciso II do artigo 10 da Lei nº 6.684/79 c/c o artigo 1º da Lei nº 7.017/83 e ainda do inciso III do artigo 11 do Decreto nº 88.438/83”

  

 

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA

1.         ABRAMOVAY, R.. Construindo a ciência ambiental. Annablume, 2002.

2.         ARAÚJO, W. S.; ÀVILA, D. R.; FALEIRO, F. A. M. V.; MAZARO, R.. Formação acadêmica e identidade profissional de formandos do curso de Ciências Biológicas do ICB/UFG. In: Revista Solta a Voz, v.18, n.2, p.243-254, 2007.

3.         BARBOSA, M. L. O.. A Sociologia das Profissões: em Torno da Legitimidade de um Objeto. BIB, n.36, p.3-30, 1993.

4.         BASTOS, C. M. L. F.. O Biólogo, a Pesquisa Biomédica e o Meio Ambiente: A Importância do Biólogo no meio Biomédico e a Relação do Meio Ambiente com a Saúde. Revista Eletrônica de Ciências, n.39, 2007.

5.         BRASIL. Conselho Federal de Biologia. Histórico da Profissão. Brasília: CFBio, 2017. 

6.         Biólogo - https://querobolsa.com.br/carreiras-e-profissoes/biologo

7.         Chisholm, Hugh, (22 Feb. 1866–29 Sept. 1924), Editor of the Encyclopædia Britannica (10th, 11th and 12th editions)». Oxford University Press. Who Was Who. 1 de dezembro de 2007. Consultado em 17 de março de 2021.

8.         Campbell, Neil. Biology: Concepts and Connections, 3rd ed.. Benjamin/Cummings, 2000. Livro de texto universitário. (em inglês)

9.         CANDAU, V. M. F.. Universidade e formação de professores: que rumos tomar?. In: CANDAU, V. M. F.. Magistério: construção cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1997.

10.       Coonen, L. P. (abril de 1972). «19th Century Biology Biology in the Nineteenth Century: Problems of Form, Function and Transformation William Coleman». BioScience (4): 261–261. ISSN 0006-3568. doi:10.2307/1296401. Consultado em 17 de setembro de 2020.

11.       Darwin, Charles (2003). A Origem das Espécies e a Seleção Natural. São Paulo: Hemus. p. 415-424. 471 páginas. ISBN 85-289-0134-3

12.       De Felici, Massimo; Siracusa, Gregorio (2000). «The rise of embryology in Italy: from the Renaissance to the early 20th Century» (PDF). Int. J. Dev. Biol. 44. p. 515-521. ISSN 1696-3547

13.       Dobzhansky, Theodosius (1970). Genetics of the Evolutionary Process. New York/London: Columbia University Press. p. 505

14.       DEMO, P.. Educar pela pesquisa. 8 ed. Campinas: Autores Associados, 2007.

 15.       Dicionário: Biologista, https://www.dicionarioinformal.com.br/diferenca-entre/bi%C3%B3logo/biologista/

16.       Davies, Paul C. W.; Rieper, Elisabeth; Tuszynski, Jack A. (1 de janeiro de 2013). «Self-organization and entropy reduction in a living cell». Biosystems (em inglês) (1): 1–10. ISSN 0303-2647. PMC 3712629 . PMID 23159919. doi:10.1016/j.biosystems.2012.10.005. Consultado em 17 de setembro de 2020

17.       FORATTINI, O. P.. Biosystematics and Public Health. Revista  de Saúde Pública, v.23, n.3, p.181-182, 1989.

18.       KUHN, T. S.. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 1975.  

19.       Kimball, John W.. Kimball's Biology Pages, http://www.ultranet.com/~jkimball/BiologyPages/. Livro de texto pesquisável online. (em inglês).

20.       KUKLICK, H.; KOHLER, R. E.. Introduction: Science in the Field. OSIRIS, v.11, n.1, p.1-14, 1996.

21.       KRAHENBUHL J. L.. Educação ambiental. Rev. BioBrasilis, v.1, n.1, p.17-20, 2010.

22.       Henry George Liddell, Robert Scott, A Greek-English Lexicon, λόγος» (em inglês). Consultado em 24 de março de 2021.

23.       Human genome finally complete» (em inglês). 14 de abril de 2003. Consultado em 17 de março de 2021.

24.       Holzenburg, Andreas (editor); Bogner, Elke (editor); Bellon, Anne (autor de capítulo); Vey, Martin (autor de capítulo) (2002). «5.1:Prions». Structure-Function Relationships of Human Pathogenic Virus (em inglês). New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers. pp. 255–285. 528 páginas. ISBN 0-306-46768-2

25.       Hall, Barry G. (2004). Phylogenetic Trees Made Easy. A How-To manual for Molecular Biologists (em inglês) 2ª ed. Sunderland, massachusetts: Sinauer. p. 7-8. ISBN 0-87893-312-3

26.       Hartl, Daniel L.; Jones, Elizabeth W. (2005). Genetics : analysis of genes and genomes. [S.l.]: Sudbury, Mass. : Jones and Bartlett Publishers

27.       http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES1301.pdf

28.       http://www.inbio.ufu.br/unidades/curso/graduacao-em-ciencias-biologicas-licenciatura

29.       http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp

30.       https://cienciasbiologicas.grad.ufsc.br/files/2012/04/PARECER-CFBio-01-GT_2010-Areas-AtuacaoCurrMinimo1.pdf

31.       https://crbio04.gov.br/images/portal_transparencia/legislacao/res_8_96.pdf

32.       Lesk, Arthur M. (2008). Introduction to Bioinformatics (em inglês) 3ª ed. Oxford: Oxford University Press. p. 23. ISBN 978-0-19-920804-3

33.       Lamarck, Jean-Baptiste; Elliot, Hugh (1914). Zoological philosophy /. London,: [s.n.]

34.       Larson, Edward J. (Edward John). Evolution : the remarkable history of a scientific theory. 2006, ©2004 Modern Library paperback ed. New York: Modern Library. OCLC 683273841

35.       LUCIA NINA BERNARDES MARTINS, ANA. «DO INTERNACIONAL AO LOCAL: A CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA E O BRASIL». Consultado em 24 de dezembro de 2020,

36.       LATOUR, B.; WOOLGAR, S.. Laboratory life: The construction of scientific facts. San Diego: Sage, 1979. 

37.       LATOUR, B.; WOOLGAR, S.. A Vida de Laboratório: a produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1987. 

38.       LATOUR, B.; WOOLGAR, S.. A Vida de Laboratório: a produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1987. 

39.       Mosconi, Francesco; Julou, Thomas; Desprat, Nicolas; Sinha, Deepak Kumar; Allemand, Jean-François; Croquette, Vincent; Bensimon, David (1 de agosto de 2008). «Some nonlinear challenges in biology». Nonlinearity (8): T131–T147. ISSN 0951-7715. doi:10.1088/0951-7715/21/8/T03. Consultado em 17 de setembro de 2020.

40.       Magner, Lois N. (2002).   Título ainda não informado (favor adicionar). [S.l.]: CRC Press. ISBN 978-0-203-91100-6

41.       Magner, Lois N. (2002). A History of the Life Sciences, Revised and Expanded. [S.l.]: CRC Press. . 133–144. ISBN 978-0-203-91100-6. Consultado em 24 de agosto de 2017

42.       Marshak, Daniel R. (editor); Gardner, Richard L.(editor); Gottlieb, David (editor) (2002). Stem Cell Biology. New York: Cold Spring Harbour Laboratory Press. p. 196. 550 páginas. ISBN 0-87969673-7.

43.       Mayr, Ernst (2011). Biologia, ciência única. São Paulo: Companhia das Letras. ISBN 9788580860788.

44.       Mayr, Ernst (1998). O desenvolvimento do pensamento biológico: diversidade, evolução e herança. Brasília: Ed. UNB. ISBN 9788523003753.

45.       Maddison, David R.. The Tree of Life, http://phylogeny.arizona.edu/. Um projecto na Internet com múltiplos autores e descentralizado contendo informação sobre filogenia biodiversidade. (em inglês).

46.       Margulis, Lynn. Five Kingdoms: An Illustrated Guide to the Phyla of Life on Earth, 3rd ed.. W. H. Freeman & Co., 1998. (em inglês)

47.       MAYR, Ernst. O desenvolvimento do pensamento biológico. Brasilia: UnB, 1998.

48.       MAYR, Ernst. Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005

49.       Uliana, E. R. (2012). Histórico do curso de ciências biológicas no Brasil e em Mato Grosso. VI Colóquio Internacional-Educação e Contemporaneidade. Anais... São Cristovão, SE.

50.       MELAZO, G. C.. Percepção ambiental e educação ambiental: uma reflexão sobre as relações interpessoais e ambientais no espaço urbano. Olhares & Trilhas, Uberlândia, v.6, n.6, p.45-51, 2005.

51.       MELLO, G.. Formação inicial de professores para a Educação Básica: uma (re)visão radical. Revista Iberoamericana de Educación, Madrid, n.5, p.147-174, 2001.

52.       NÓVOA, A.. Profissão professor. 2 ed. Porto: 1999.

53.       OLIVEIRA, I. B.; SILVA, L. O.; SOUZA, J. M. H. E.; GOMES, J. P.; LUCENA, L. R. F.; AMARAL, W. S.; VASCONCELOS, S. D.. Avaliação das percepções e expectativas de bacharelandos em biologia: perfil e regulamentação profissional. Rev.

54.       Estudos em Avaliação Educacional, v.18, n.36, p.167-80, 2007. 

55.       PERRENOUD, P.. Formando professores profissionais: três conjuntos de questões. In: PAQUAY, L.. Formando professores profissionais: quais estratégias? Quais competências?. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.

56.       PIMENTA, S. G.. Formação de professores: identidade e saberes da docência. In: PIMENTA, S. G.. Saberes pedagógicos e atividade docente. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2008.

57.       RIBEIRO, C. M.. Biossegurança: abordagem cognitiva essencial para o biólogo. 2015.

58.       TARDIF, L.. Saberes docentes e formação profissional. 9 ed. Petrópolis: Vozes, 2008.

59.       ZARUR, G. C. L.. A arena científica. Campinas: Autores Associados, 1994.

60.       WEIHS, M. L.. A produção de conhecimento em biologia: uma pesquisa edtnografia.  Dissertação (Mestrado em Geociências) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2008. 

61.       What is biology - NTU» (em inglês). Consultado em 24 de agosto de 2017.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Na primeira edição do livro: SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA – Princípios Gerais – Tomo I. 1ª. Edição. Julho de 2012. Fortaleza, Ceará, Brasil. 153 Páginas,

  SUMÁRIO I Nota do Autor. Na primeira edição do livro: SILVA, César Augusto Venâncio da. NEUROCIÊNCIAS PSICOBIOLOGIA – Princípios Gerai...